Tratamento em curto prazo de úlceras gástricas benignas e duodenais ativas, úlcera péptica recorrente e esofagite péptica, profilaxia de úlcera duodenal, estados de hipersecreção gástrica (como na síndrome de Zoollinger-Ellison), refluxo gastroesofágico, na mastocitose sistêmica, adenomas endócrinos múltiplos, na prevenção do sangramento do trato gastrointestinal superior em pacientes críticos, inclusive em mulheres submetidas a cesarianas, pois a cimetidina reduz a acidez e o volume das secreções gástricas, diminuindo o risco de dano pulmonar pela aspiração do conteúdo gástrico.1