Reações adversas clinicamente importantes:
| Imunológico | Reação de hipersensibilidade: anafilaxia (<1%), angioedema (<1%), broncoespasmo (<1%), rash cutâneo (1-10%), urticária (<1%).2 |
| Hematológico | Anemia e aplasia pura de células vermelhas (<1%).2 |
| Cardiovascular | Hipertensão (31%), edema periférico (17%), edema (6-13%).2 Infarto do miocárdio (1-10%), tromboembolismo venoso e trombose associada a acesso vascular (1-10%).2 |
| Neurológico | Convulsão (<1%).2 |
| Gastrointestinal | Dor abdominal (10-13%).2 |
| Respiratório | Dispneia (17%), tosse (12%).2 |
| Dermatológico | Eritema multiforme e Síndrome de Stevens-Johnson/Necrólise epidérmica tóxica.2 |
| Endócrino e Metabólico | Hipervolemia (1 a 10%)2 |
Ajuste de dose: monitorar nível de hemoglobina semanalmente no início da terapia ou depois de qualquer ajuste da dose até que se estabilize no valor desejado.1,2
Reserva de ferro: monitorar nível de ferro, capacidade total de ligação de ferro, ferritina e/ou saturação de transferrina antes de iniciar e durante a terapia; suplementação de ferro pode ser recomendada.2
Hipertensão: monitorar PA, principalmente no início da terapia.1,2
Deficiência ou perda de resposta ao tratamento: a deficiência de ferro, folato ou vitamina B12 reduzem a eficácia do Aranesp® e devem ser corrigidas. Infecções intercorrentes, episódios inflamatórios ou traumáticos, perda de sangue oculto, hemólise, toxidade grave por alumínio, doenças hematológicas subjacentes ou fibrose da medula óssea também podem comprometer a resposta eritropoiética. A contagem de reticulócitos e exame da medula óssea pode ser necessária em alguns casos.1,2
Hipercalemia: a elevação do nível sérico de potássio foi relatada em poucos pacientes tratados com Aranesp®, porém recomenda-se um monitoramento regular.
Medicamentos suporte recomendados:
Suplementação de ferro é recomendada para todos os pacientes com ferritina sérica < 100 ng/mL ou cuja saturação de transferrina for < 20%.1,2